quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

ENCONJADI 2009 - ITAPISSUMA - Pr. Elis Clementino


MOMENTOS, APOS A MINISTRAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS. NO CONGRESSO DA MOCIDADE.

AGUARDEM MAIS FOTOS.......

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

CAMINHOS DAS INDIAS

Hoje a maior emissora do brasil, irá exibir a sua mais nova ideologia em nossa sociedade, vista que vem abordando uns dos maiores paises à india que tem em torno de 1,1 bilhão de habitantes, pergunto qual seria o objetivo de se dissiminar uma cultura indiana, quem ja viu uma previa fica logo encantado com os dois atores da principal trama, (Bahuan(Márcio Garçia) e Maya(Juliana Paes) dem uma olhada nos significados desses nomes:

Bahuan
: “Intocável. Quem tocar nele, na sombra dele que seja, fica impuro, e torna sua casa e sua família impuras também
"
Maya: vem de origem grego, que significa divindade da mata.

Queridos leitores desse humilde blog venho de maneira singela, analizar o que nossa sociedade vai nesses meses se alimentar de uma cultura indiana, mas o objetivo é propagar a religião hinduista, em seu blog a autora da novela Glória Perez em entrevista ao programa Mas Voçê de Ana Maria Braga chega a dizer que sondou uma vaga-óraculo sobre a novela se teria sucesso, que ela respondeu que a vaca disse que sim, com sua cabeça, isso é um cúmulo e sei que o brasil que é de origem supesrtisiosa acretida nisso, vamos da uma olhada na cultura hinduista e vamos tirar nossas duvidas sobre essa religião.

Hinduísmo

A religião hindu, a história do hinduísmo, deuses hindus, mitologia hindu, princípios e países praticantes, cultura védica, sistema de castas, karma, os brâmanes, história da religião


Shiva: deus hindu criador da Ioga

O que é o hinduísmo

Principal religião da Índia, o Hinduísmo é um tipo de união de crenças com estilos de vida. Sua cultura religiosa é a união de tradições étnicas. Atualmente é a terceira maior religião do mundo em número de seguidores. Tem origem em aproximadamente 3000 a.C na antiga cultura Védica.
O Hinduísmo da forma que o conhecemos hoje é a união
de diferentes manifestações culturais e religiosas. Além da india, tem um grande número de seguidores em países como, por exemplo, Nepal, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka e Indonésia.

Crenças

Aqueles que seguem o Hinduísmo devem respeitar as coisas antigas e a tradição; acreditar nos livros sagrados; acreditar em Deus; persistir no sistema das castas (determina o status de cada pessoa na sociedade); ter conhecimento da importância dos ritos; confiar nos guias espirituais e, ainda, acreditar na existência de encarnações anteriores.
O nascimento de uma pessoa dentro de uma casta é resultado do karma produzido em vidas passadas. Somente os brâmanes, pertencentes as castas "superiores" podem realizar os rituais religiosos hindus e assumir posições de autoridade dentro dos templos.

Divindades

Os hindus são politeístas (acreditam em vários deuses). São os principais: Brahma (representa a força criadora do Universo); Ganesa (deus da sabedoria e sorte); Matsya (aquele que salvou a espécie humana da destruição); Sarasvati (deusa das artes e da música); Shiva (deus supremo, criador da Ioga), Vishnu (responsável pela manutenção do Universo).

Uma analíse resumida do hinduismo

Introdução ao Hinduísmo

Denominação do conjunto de princípios, doutrinas e práticas religiosas que surgiram na India, a partir de 2000 a.C. O termo é ocidental e é conhecido pelos seguidores como Sanatana Dharma, do sânscrito (língua original da India), que significa "a ordem permanente". Está fundamentado nos quatro livros dos Vedas (conhecimento), um conjunto de textos sagrados compostos de hinos e ritos, no Século X, denominados de Rigveda, Samaveda, Yajurveda e Artharvaveda. Estes quatro volumes são divididos em duas partes: a porção do trabalho (rituais politeístas) e a porção do conhecimento (especulações filosóficas), também chamada de Vedanta . A tradição védica surgiu com os primeiros árias, povo de origem indo-européia (os mesmos que desenvolveram a cultura grega) que se estabeleceram nos vales dos rios Indo e Ganges, por volta de 1500 a.C.


História do Hinduísmo

Segundo ensina o hinduísmo, os Vedas contêm as verdades eternas reveladas pelos deuses e a ordem (dharma) que rege os seres e as coisas, organizando-os em castas. Cada casta possui seus próprios direitos e deveres espirituais e sociais. A posição do homem em determinada casta é definida pelo seu carma (conjunto de suas ações em vidas anteriores). A casta à qual pertence um indivíduo indica o seu status espiritual. O objetivo é superar o ciclo de reencarnações (samsara), atingindo assim, o nirvana, a sabedoria resultante do conhecimento de si mesmo e de todo o Universo. O caminho para o nirvana, segundo ensina o hinduísmo, passa pelo ascetismo (doutrina que desvaloriza os aspectos corpóreos e sensíveis do homem), pelas práticas religiosas, pelas orações e pela ioga. Assim a pessoa alcança a “salvação”, escapando dos ciclos da reencarnação.


Prática de Fé do Hinduísmo

Nos cultos védicos, os pedidos mais solicitados aos deuses são vida longa, bens materiais e filhos homens. São várias as divindades. Agni é o pai dos homens, deus do fogo e do lar. Indra rege a guerra. Varuna é o deus supremo, rei do universo, dos deuses e dos homens. Ushas é a deusa da aurora; Surya e Vishnu, regentes do sol; Rudra e Shiva, da tempestade. Animais como a vaca, rato, e serpentes, são adorados por serem possivelmente, a reencarnação de alguns dos familiares. Existe três vezes mais ratos que a população do país, os quais destroem um quarto de toda a colheita da nação. O rio Ganges é considerado sagrado, no qual, milhares de pessoas se banham diariamente, afim de se purificar. Muitas mães afogam seus filhos recém-nascidos, como sacrifício aos deuses.


Sacerdócio do Hinduísmo

Os brâmanes (sacerdotes) criaram o sistema de castas, que se tornou a principal instituição da sociedade indiana. Sem abandonar as divindades registradas nos Vedas, estabeleceram Brahma como o deus principal e o princípio criador. Ele faz parte da Trimurti, a tríade divina completada por Shiva e Vishnu. De acordo com a tradição, Brahma teve quatro filhos que formaram as quatro castas originais: brâmanes (saídos dos lábios de Brahma), são os sacerdotes considerados puros e privilegiados; os xátrias (originários dos braços de Brahma), são os guerreiros; os vaicias (oriundos das pernas de Brahma), são os lavradores, comerciantes e artesãos; e sudras (saídos dos pés de Brahma), são os servos e escravos. Os párias são pessoas que não pertencem a nenhuma casta, por terem desobedecido leis religiosas. Estes não podem viver nas cidades, ler os livros sagrados nem se banharem no Rio Ganges.

As características principais do hinduísmo são o politeísmo, ioga, meditação e a reencarnação. Estima-se que atualmente existam mais de 660 milhões de adeptos em todo o mundo, com um panteão de 33 milhões de deuses e 200 milhões de vacas sagradas. Todo gado existente na India, alimentaria sua população por cinco anos, entretanto, a fome é devastadora no país por causa da idolatria.


Teologia do Hinduísmo

Tudo é deus, deus é tudo:
o hinduísmo ensina, como no Panteísmo, que o homem está unido com a natureza e com o universo. O universo é deus, e estando unido ao universo, todos são deuses. Ensina também que este mesmo deus, é impessoal. Muitos deuses adorados pelos hindus são amorais e imorais.

O mundo físico é uma ilusão:
no mundo tridimensional, designada de maya, o homem e sua personalidade não passa de um sonho. Para se ver livre dos sofrimentos (pagamento daquilo que foi feito na encarnação passada), a pessoa deve ficar livre da ilusão da existência pessoal e física. Através da ioga e meditação transcedental, a pessoa pode transceder este mundo de ilusões e atingir a iluminação, a liberação final. O hinduísmo ensina que a ioga é um processo de oito passos, os quais levam a culminação da pessoa transcender ao universo impessoal, no qual o praticante perde o senso de existência individual.

A lei do carma:
o bem e o mal que a pessoa faz, determinará como ela virá na próxima reencarnação. A maior esperança de um hinduísta é chegar no estágio de se transformar no inexistente. Vir ser parte deste deus impessoal, do universo.


Verdades Bíblicas


Deus: Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.24; Mt 28.19; Mc 12.29.

Jesus: Cremos no nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal de entre os mortos, e em sua ascensão gloriosa aos céus, Is 7.14; Lc 1.26-31; 24.4-7; At 1.9.

Espírito Santo: Cremos no Espírito Santo como terceira pessoa da Trindade, como Consolador e o que convence o homem do pecado, justiça e do juízo vindouro. (Jl 2.28; At 2.4; 1.8; Mt 3.11; I Co 12.1-12.)

Homem: Cremos na na criação do ser humano, iguais em méritos e opostos em sexo; perfeitos na sua natureza física, psíquica e espiritual; que responde ao mundo em que vive e ao seu criador através dos seus atributos fisiológicos, naturais e morais, inerentes a sua própria pessoa; e que o pecado o destituiu da posição primática diante de Deus, tornando-o depravado moralmente, morto espiritualmente e condenado a perdição eterna, Gn 1.27; 2.20,24; 3.6; Is 59.2; Rm 5.12; Ef 2.1-3.

Bíblia: Cremos na inspiração verbal e divina da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé para a vida e o caráter do cristão, II Tm 3.14-17; II Pe 1.21.

Pecado: Cremos na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus, e que somente através do arrependimento dos seus pecados e a fé na obra expiatória de Jesus o pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19; Rm 10.9.

Céu e Inferno: Cremos no juízo vindouro, que condenará os infiéis e terminará a dispensação física do ser humano. Cremos no novo céu, na nova terra, na vida eterna de gozo para os fiéis e na condenação eterna para os infiéis, Mt 25.46; II Pe 3.13; Ap 21.22; 19.20; Dn 12.2; Mc 9.43-48.

Salvação: Cremos no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita, e na eterna justificação da alma, recebida gratuitamente, de Deus, através de Jesus, At 10.43; Rm 10.13; Hb 7.25; 5.9; Jo 3.16.

BOM UMA PEQUENA SÍNTESE DO QUE VEM AI PARA O POVO BRASILEIRO E PRINCIPALMENTE PARA O POVO DE DEUS, QUERO COM ISSO ALERTAR PARA AS PRINCIPAIS DOUTRINA DESSA RELIGIÃO QUE O INTUITO DESSA NOVELA É DISSIMINAR O ESPIRITISMO QUE TEM ASSOCIAÇÃO COM HINDUISMO EM RELAÇÃO A REENCARNAÇÃO TENHAMOS CUIDADO E TEMOS QUE ALERTAR A NOSSAS IGREJA COM ESSE MAL PARA NÃO ENVEREDAR POR CAMINHOS TORTUOSOS.

EV. PAULO ANDRÉ


Fonte de pesquisa.

Sua pesquisa.com

globo.com

Ministerio CACP.

Notas pessoais.


PEDIDO - BIBLIA DE ESTUDO SCORFILD

QUERIDOS E AMADOS IRMÃOS QUE NOS VISITAM NESSE BLOG, GOSTARIA DE SABER DOS AMADOS IRMÃOS SE ALGUEM PODERIA ME INDICAR QUEM OU PESSOA QUE TEM ESSA RELIQUIA, POIS FAZEM QUASE 13 ANOS QUE ESTOU A SUA PROCURA, ENCONTREI NO MERCADO LIVRE, MAS ESTA FALTANDO PAGINAS, SE ALGUEM TIVER DUAS OU MESMO ELA E QUIZER VENDER FICARIA FELIZ EM PODER COMPRA-LA UM ABRAÇO.

EV. PAULO ANDRÉ

CUIDADO COM O QUE OUVIMOS !!!!!!!!!!!!!



PODE DA UMA OLHADA NESSA FOTO, E DEVEMOS TER MUITO CUIDADO COM AQUILO QUE OUVIMOS PARA NÃO AUMENTAR OU DIMINUIR.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

COMO SE COMUNICAR ?

"Para que possamos comunicar algo a alguem precisamos antes estabelecer pontos em comum com ele, quanto maior for o número de pontos comuns; maior será a probabilidade de uma boa comunicação". Howad Hendricks.

O QUE O PROFESSOR DEVE EVITAR ?

  • SER MONÓTONO, FALAR BAIXINHO
  • FALAR IGUAL A UMA METRALHADORA. SER MUITO RAPIDO
  • USAR UMA LINGUAGEM INTELIGIVEL
  • FALAR GIRIAS
  • SER PROLIXO
  • NÃO CONHECER OS ALUNOS

COMO O PROFESSOR DEVE FAZER PARA SE COMUNICAR MELHOR ?

  • LER BASTANTE
  • SE PREPARE ANTES DE FALAR
  • OUVIR MUITO
  • SER SINCERO
  • FALAR COM ENTUSIASMO
  • BOA POSTURA
  • TENHA EM MÃOS UM PEQUENO ESBOÇO DO QUE VAI FALAR
  • CONHEÇA BEM SEUS ALUNOS
  • USE UMA LINGUAGEM CORRETA

TENHA UMA BOA MINISTRAÇÃO !

COM AMOR

O APRENDIZ

Mapa da pobreza e desigualdade no Brasil

Mapa de Pobreza e Desigualdade no Brasil é atualizado e traz reflexão sobre o tema

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está lançando uma ferramenta atualizada, em DVD, que permite localizar a incidência e profundidade da pobreza por município. Através desses novos dados, é possível mensurar, por exemplo, que 77% dos municípios nordestinos têm mais da metade de sua população vivendo na pobreza e que 32,6% dos municípios brasileiros estão com mais da metade de sua população vivendo na pobreza.

Em relação à desigualdade (medida pelo índice de Gini) foram selecionados os municípios mais desiguais (40,7% dos municípios), que apresentavam estimativas acima de 40% para esse indicador. As regiões com menores proporções de municípios com mais de 50% de pobres foram as que apresentaram os maiores índices de desigualdade (gráfico 1). O Nordeste tinha 77,1% de municípios com mais da metade da sua população vivendo na pobreza, porém a desigualdade era menos intensa.

Considerando os mesmos indicadores anteriores (os municípios com mais de 50% de pobres e índice de Gini superior a 40%), observa-se a tendência de concentração de maior incidência da pobreza em municípios de menor porte. Já a desigualdade é maior nos municípios mais populosos. No caso extremo estavam os 13 municípios brasileiros com mais de um milhão de habitantes: não havia município com mais de 50% de pobres, mas a desigualdade acima de 40% abrangia todo o grupo.

Ao analisar a distribuição espacial das estimativas de desigualdade, nota-se que tanto em áreas com alta incidência da pobreza, como em outras, com menor incidência, pode-se ter, por exemplo, baixos índices de desigualdade. Valores semelhantes, no entanto, têm interpretações distintas: em áreas mais pobres as pessoas são igualmente pobres, enquanto em áreas mais ricas um índice de desigualdade baixo significa uma distribuição mais igualitária da riqueza.

A pobreza absoluta é medida a partir de critérios definidos por especialistas que analisam a capacidade de consumo das pessoas, sendo considerada pobre aquela pessoa que não consegue ter acesso a uma cesta alimentar e de bens minimos necessários a sua sobrevivência.

A medida subjetiva de pobreza é derivada da opinião dos entrevistados, e calculada levando-se em consideração a própria percepção das pessoas sobre suas condições de vida. Segundo especialistas, a percepção de bem-estar de um indivíduo sofre influência de acordo com sua posição em relação aos demais indivíduos de um determinado grupo de referência. Em termos teóricos, não se espera que os dois indicadores sejam coincidentes, mas a expectativa é de resultados próximos.

No Norte e Nordeste a percepção da pobreza foi, no geral, superior ao resultado observado pela linha absoluta. No Sul ocorreu o oposto, as pessoas se percebiam menos pobres do que foi medido pela pobreza absoluta. No Sudeste e Centro-Oeste houve uma maior proximidade entre as duas medidas.

Dificilmente teremos uma única explicação para as diferenças encontradas entre as duas medidas, pois vários fatores podem influenciar a percepção das pessoas, como: características do local em que vivem; a percepção do grau de desigualdade; efeito migração que leva as pessoas a se compararem não com o seu local atual de moradia mas com o local de origem; ou mesmo um efeito geracional.

Nos anos recentes, diversos estudiosos do tema tendem a concordar com uma definição abrangente considerando a pobreza como privação do bem-estar, pela ausência de elementos necessários que permitam às pessoas levarem uma vida digna em uma sociedade. Sob este aspecto, a ausência de bem-estar está associada à insuficiência de renda, à nutrição, à saúde, à educação, à moradia, aos bens de consumo e aos direitos de participação na vida social e política da comunidade em que vivem.

A pobreza também se distingue pela falta de oportunidades e poder, e pela vulnerabilidade de grupos sociais com maior probabilidade de acirrarem a sua condição ou de sofrerem risco de entrar na pobreza. O crescimento econômico, por exemplo, é crucial para criar oportunidades. No entanto, o crescimento não será suficiente se os pobres não forem capazes de usufruir seus benefícios por falta de treinamento, saúde ou acesso à infra-estrutura básica. Neste sentido, a mensuração da pobreza deve captar as suas distintas manifestações, muitas vezes, resultado de relações sociais mais abrangentes e complexas, em contraste com situações em que o tratamento da pobreza deve ser focalizado nos próprios grupos desfavorecidos. Trata-se, assim, de diferenciar aspectos individuais e estruturais de maneira a implementar políticas e programas que garantam a melhoria do bem-estar da população.

Fonte: IBGE / Via Agência Soma